Como assim, o quê acende o que a nós?
Depois sem olhar pra trás, pega e vai embora...
Desta vez, diz que por razões astrais.
Que pelo meu tom de vez, é outra pessoa.
E sumiu, você faz por merecer
Diga o que quis dizer
Com aquela históra
Eu você, somos como água e sal
Seja para bem ou mal, juntos outra vez...
Como assim, somos o maior dos sóis
E apesar de tanta luz, algo me atordoa..
.
Quando a sós, apesar de tão fatais
Sinto que o destino impôs e não houve escolha.
Quis fugir, desde que você partiu
O meu coração previu, que havia volta...
Temporal, a surpresa assim se fez
Quem diria até que enfim, juntos outra vez...
Juntos, como eu esperei...
Juntos, como eu esperei...
- 5 a Seco
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Fica sempre assim,
O dito pelo não dito
Essa instabilidade constante onde não se sabe quando começa ou se esta acabando.
Fica sempre aquele gosto de quero mais quando termina,
e uma inexplicável irritação quando não se tem por perto.
Um ciúme contido, um sorriso escondido, uma palavra não dita.
Talvez o medo da sua ausência faça com que eu esqueça quem eu sou e passe a ser quer você espera;
Ou talvez em algum momento meu desejo seja ser o que você espera.
A sua presença e ausência me levam aos meus mais extremos sentimentos,
já não sei mais onde é começo ou fim.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Mesmo Quando A Boca Cala
Foi você me olhar de lado e eu ao lado doido para confessar,
Mesmo quando a boca cala o corpo quer falar.
Esses gestos incompletos, olhos tão repletos de te desejar,
O direito de ir e vir, o desejo de ficar.
Tudo isso pra dizer que eu não sei dizer onde é que isso vai dar,
Que eu não mando no querer, aliás, é o querer que quer me governar.
Hoje eu vivo pra dizer, eu digo pra viver, você é meu lugar,
Se o amor não nos quiser, então azar do amor, não soube nos amar...
Foi você me olhar de lado e eu ao lado doido para confessar,
Mesmo quando a boca cala o corpo quer falar
Esses gestos incompletos, olhos tão repletos de te desejar,
O direito de ir e vir, o desejo de ficar.
Tudo isso pra dizer que eu não sei dizer onde é que isso vai dar,
Que eu não mando no querer, aliás, é o querer que quer me governar.
Hoje eu vivo pra dizer, eu digo pra viver, você é meu lugar,
Se o amor não nos quiser, então azar do amor, não soube nos amar...
Vinicius Calderoni e Bruna Caram
Mesmo quando a boca cala o corpo quer falar.
Esses gestos incompletos, olhos tão repletos de te desejar,
O direito de ir e vir, o desejo de ficar.
Tudo isso pra dizer que eu não sei dizer onde é que isso vai dar,
Que eu não mando no querer, aliás, é o querer que quer me governar.
Hoje eu vivo pra dizer, eu digo pra viver, você é meu lugar,
Se o amor não nos quiser, então azar do amor, não soube nos amar...
Foi você me olhar de lado e eu ao lado doido para confessar,
Mesmo quando a boca cala o corpo quer falar
Esses gestos incompletos, olhos tão repletos de te desejar,
O direito de ir e vir, o desejo de ficar.
Tudo isso pra dizer que eu não sei dizer onde é que isso vai dar,
Que eu não mando no querer, aliás, é o querer que quer me governar.
Hoje eu vivo pra dizer, eu digo pra viver, você é meu lugar,
Se o amor não nos quiser, então azar do amor, não soube nos amar...
Vinicius Calderoni e Bruna Caram
domingo, 4 de julho de 2010

Eu sei que sou exatamente o que 98% dos homens não gosta ou não sabe gostar:
eu falo o que penso, abro as portas da minha casa,
da minha vida, da minha alma, dos meus medos.
Mas eles adoram uma sonsa. Adoram.
Mas dane-se. Um dia um louco,
direto do planeta dos 2% de homens, vai aparecer.
por
Tati Bernardi
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